D'ellas

Rede Feminina de Negocios

Lala Rudge: jovem empreendedora

Parabéns

Mulher, Moda, Joias, Compras e Roupas na Paratodas

Lala Rudge tem 22 anos e um blog de sucesso. Decidiu abandonar a faculdade de direito e virou um fenômeno online da noite para o dia. Nascida em berço esplêndido e com rendimentos crescentes, a moça tem um guarda-roupa de dar inveja e, como se isso não bastasse, um faro para negócios.

Em novembro, Lala lançará sua marca de lingerie: a La Rouge. Em entrevista para a Veja São Paulo, a loira disse sempre ter vontade de ter uma grife, mas que desenhar roupas não era o seu forte. “Sentia falta de lingerie de qualidade e com bom preço no Brasil. Por isso, decidi montar minha marca, a La Rouge, para criar peças íntimas”, explica.

A La Rouge será uma espécie de Victoria’s Secret no Brasil, com peças bonitas, sensuais e confortáveis. E, diz ela, com preços acessíveis. “Terá calcinha a partir de 25 reais e sutiã por 50. Quero…

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Mulheres empreendedoras

Conheça a história de quatro empresárias que reinventaram suas carreiras em busca do sucesso

Daniela Barbosa, iG São Paulo

O que uma publicitária, uma designer de sapatos e bolsas, uma produtora de modas e a dona de uma pedreira na Cordilheira dos Andes podem ter em comum? Apesar de atuarem em ramos diferentes, essas quatro mulheres empreendedoras conseguiram inovar suas carreiras buscando alternativas para se destacarem no mercado de trabalho.

iG entrevistou Nádia Assad, Michèle Neyret, Silvia de Tommaso e Béia de Carvalho. As quatro participaram nesta semana de um evento que reuniu dezenas de mulheres executivas promovido pela consultora de negócios Maria do Carmo Marini e pela jornalista Claudia Reis. Conheça a história destas quatro empresárias:

Nádia Assad planeja a própria grife de roupas

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Nádia Assad: “Quero assinar minha marca, e estou me preparando para isso”

Aos 31 anos, ela já trabalhou com grandes nomes da moda brasileira, como Reinaldo Lourenço e Valdemar Iodice. Também presta consultoria de moda para grandes celebridades e há exatamente um mês inaugurou uma boutique finíssima de roupas e vende peças exclusivas de grandes marcas brasileiras. 

Apesar da carreira bem encaminhada, Nádia Assad se prepara para um salto. Todo o aprendizado neste meio deve ser posto em prática com a criação da própria grife assinada por ela. Mas o sonho ainda não tem data prevista para ser realizado. “Quero assinar minha marca e estou me preparando para isso. Estou me planejando, o processo ainda está em maturação e pode demorar um pouco”, afirma.

Sempre envolvida neste mundo fashion, Nádia estudou moda e desde a infância já acompanhava os pais, que são comerciantes do setor têxtil. Além de administrar sua loja, Nádia presta consultoria de moda gratuita à suas clientes. “A exclusividade, no entanto, são para poucas, que precisam marcar hora para ter atendimento personalizado”.

Nádia não revela o faturamento do negócio, mas afirma que em apenas um mês a boutique vai muito bem, obrigada. Para 2011, a empreendedora planeja quase que dobrar o tamanho de seu negócio.

Michèle Neyret vende sapatos exclusivos com a ajuda das redes sociais

 

Arquivo pessoal

Michèle Neyret aposta na linha de sapatos para mulheres mais jovens

A executiva Michèle Neyret estudou na França para prestar consultoria de imagem para homens e mulheres que querem repaginar o visual. Há 12 anos atuando nesse ramo, a empresária sempre tinha dificuldades de encontrar sapatos para calçar os pés de suas clientes. “Ou encontrava sapatos muito comuns ou então muito caros. Não dava para aliar exclusividade com bom preço”. 

E foi aproveitando a deficiência do setor, que Michèle decidiu investir na própria grife de sapatos e bolsas. Há quatro anos, lançou a marca de sapatos e bolsas que leva seu nome. Os produtos de Michèle não são encontrados em nenhuma vitrine, mas sim na internet. Com a ajuda, principalmente, das redes sociais Orkut, Facebook e Twitter, ela vende sua marca e faz a entrega em domicílio para todo o Brasil e alguns países europeus.

A cada dois meses Michèle lança mini-coleções, com cerca de 20 peças. Os modelos são exclusivos e destinados para mulheres executivas. “Quando pensei em criar a marcar, tive a preocupação de produzir sapatos confortáveis, mas chiques”, afirma. Segundo ela, os sapatos são feitos em ateliês terceirizados, mas os desenhos são todos assinados por ela.

Michèle vende cerca de 60 peças por mês entre sapatos e bolsas, o preço médio de seus produtos é de R$ 500. Produção em massa para ela está fora de cogitação. Além da marca, a executiva continua atendendo homens e mulheres que querem melhorar a imagem. O valor pelo serviço gira em torno de R$ 5 mil.

Em 2011, a empresária planeja mais uma novidade: vai lançar uma linha voltada ao público mais jovem, que deve atender mulheres entre 20 e 30 anos.

Silvia De Tommaso, da construção civil a designer de joias

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Joias para mulheres que querem exclusividade

Há 25 anos atuando no ramo de construção civil, a empresária Silvia De Tommaso, dona de uma pedreira localizada na Cordilheira dos Andes e da loja de decoração Itaarte, decidiu inovar seus negócios aproveitando a mesma matéria-prima usada para decorar casas: as pedras. Ela começou a desenvolver joias. 

A primeira coleção criada pela empresária foi lançada há dois anos e, de lá para cá, muitas peças foram desenvolvidas para atender mulheres que buscam exclusividade na hora de usar um adereço. “Percebi que o modelo do meu negócio poderia ser explorado de outras maneiras e que isso poderia trazer bons resultados”, afirmou.

Segundo Silvia, o novo negócio, apesar de ainda estar engatinhando, traz muito mais rentabilidade que o ramo de construção civil. As peças desenhadas pela própria empresária são comercializadas a partir de R$ 60, mas podem custar até R$ 15 mil.

As joias ficam expostas na mesma loja onde a executiva fecha seus negócios no ramo da construção civil. Silvia garante que não pretende abrir uma loja exclusiva para as joias, pois a ideia é mostrar ao público como é possível a diversificação de um negócio sem precisar sair dele.

Silvia não revela o quanto já faturou com o negócio, mas afirma que prefere não fazer muito alarde sobre ele. Mesmo assim, as joias da empresária estão prestes a chegar à China. Isso porque um grupo de chineses já demonstrou interesse em seu negócio e virão ao Brasil para conversar com ela.

Beia de Carvalho a publicitária que virou conselheira

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Beia presta consultoria para empresas que estão sem rumo

Durante 25 anos, a publicitária Beia de Carvalho desempenhou a função de sócia da agência de publicidade TBWA, que recentemente foi comprada pela norte-americana LewLara. 

Há três, no entanto,  Beia decidiu vender sua participação na agência e passou a prestar consultoria para empresas familiares que não estavam na “direção certa”, segundo ela.

Sem o intuito de fazer criar um grande negócio, Beia passou a desenvolver workshops para ajudar empresários a planejarem e alavancarem seus negócios.

A iniciativa da publicitária deu certo e hoje Beia conta com uma equipe para ajudá-la nos encontros. “Essa área de planejamento sempre me encantou e é impressionante ver como as pessoas querem as coisas de imediato; mas os resultados quase nunca são de um dia para o outro”, afirma.

Um dos workshops desenvolvidos por Beia leva do nome de “Five years from now”, na tradução livre “daqui a cinco anos”. O nome do workshop também é o nome da empresa criada pela publicitária, que já atendeu centenas de pessoas e tem entre seus clientes empresas como a Natura e o Colégio Pueri Domus.

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DINHEIRO COR DE ROSA

As notas de dinheiro andam com um “tom de rosa’, visto que as mulheres estão destacamdo-se no mercado empresarial e em muitos seguimentos, o dominio realmente tem sido D’ELAS.

Isso com certeza esta causando um impacto positivo na visão finaceira dentro e fora do País!

Parabéns às mulheres trabalhadoras e sonhadoras!

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D’ELAS REDE FEMININA DE NEGOCIOS

Imagem

“O projeto vai marcar o caminho das mulheres que vivem em  uma região de grande vulnerabilidade social, preparando-as para se tornarem empreendedoras

OUSADIA PARA EMPREENDER

Ao criar ou assumir seu próprio negócio, as mulheres transpõem obstáculos e contribuem para o desenvolvimento do país.

Dos 21,1 milhões de pessoas a frente de empreendimentos em estágio inicial, 43,3%são do sexo feminino, segundo a pesquisa Global Entepreneurship Monitor 2010 (GEM 2010). A pesquisa mostra também que a mulher brasileira é das que mais empreendem no mundo, atrás apenas de Gana.

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