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Rede Feminina de Negocios

OUTUBRO ROSA

outubro rosa OUTUBRO ROSA 2011   O movimento mundial contra o cancêr de mama começou,apoie o Outubro Rosa você tambem!

O Outubro Rosa foi criado nos Estados Unidos, em 1997. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama. Com o passar dos anos, vários países aderiram à causa. No Brasil, o movimento chegou em 2002.

A marca principal é a iluminação de monumentos históricos com a cor rosa. Em vários países, locais famosos recebem a cor da campanha, como a Torre de Pisa, na Itália, a Opera House, na Austrália, e o Arco do Triunfo, na França. No Brasil, monumentos de várias cidades já ficaram rosados em nome da causa. Veja a galeria com fotos em nosso Facebook e no Flickr.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo, sendo o mais comum entre as mulheres. A estimativa de novos casos para 2010 ficou em 49.240.

Se diagnosticado e tratado oportunamente, as perspectivas de cura são maiores.
Mulheres! É preciso cuidar da sua saúde, prestar atenção ao seu corpo e, principalmente, ter acompanhamento médico.

“A grande verdade é que nunca dá tempo de fazer o que a gente não quer fazer. Para a mamografia entrar de vez na rotina preventiva das mulheres, tem que virar prioridade. Não dá para disputar com o projeto que precisa ser entregue o mais rápido possível no trabalho, muito menos com o tempo junto ao marido ou ao filho. Se ela não tiver espaço na agenda, o diagnóstico do câncer de mama continuará sendo tardio. Se existe o dia de ir ao salão de beleza e o dia de sair com as amigas, tem que existir o dia de colocar a prevenção em primeiro plano!”

Manifesto ao Dia Rosa.

http://outubrorosa.org.br/

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Mulheres da Bíblia – Empreendedora Lídia

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Por Aristarco Coelho / Texto Base: Atos-16.0-13:15

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Hoje nossa personagem é Lídia. Assim com Maria e Agar, Lídia é um personagem coadjuvante. Sua história está narrada no livro de Atos dos Apóstolos, cujos personagens principais são os apóstolos e principalmente Pedro e Paulo. Mas hoje vamos prestar bastante atenção às pequenas falas de Lídia e aprender com essa mulher, que em muitos aspectos da vida não teria dificuldade para viver em nossos dias.

As Cores e os Tecidos

Quantas cores diferentes existem na natureza? Com a tecnologia atual, somos capazes de identificar e reproduzir milhões de tonalidades diferentes, como na tela de um computador.

Mas não foi sempre assim. Durante séculos as cores não fizeram parte da investigação humana. Às vezes pelas limitações técnicas, às vezes por simples desinteresse nelas como experiência estética.

Por muito tempo os principais tecidos utilizados na confecção de roupas não tinham cor. Eram de origem animal, como lã de carneiro, pelo de cabra e o couro de diversos animais, ou de origem vegetal como o linho e mais recentemente o algodão.

Com o tempo foi-se aprendendo a fabricar diversos tipos de tintura e as roupas começaram a ganhar cor: O Carmin era extraído de insetos; o Rosa era tirado das romãs; o Amarelo vinha do açafrão e o Púrpura (roxo) era extraído de um molusco comum no mediterrâneo, o Murex.

Lídia era uma vendedora do ramo de confecções. Não se sabe ao certo se ela trabalhava apenas com as tinturas ou se ela vendia os tecidos já tingidos. O certo é que no seu ramo de atividade ela negociava com produtos finos.

A história de Lida está registrada em Atos 16:13-15

Paulo, o missionário

Lídia entra em cena no texto bíblico a partir de um encontro com o apóstolo Paulo. Paulo, que havia perseguido e matado os cristãos, tivera um encontro pessoal com Jesus e agora também era um cristão. Ele passou a dedicar sua vida à pregação do evangelho e trabalhava como um missionário itinerante.

Paulo fez três viagens missionárias pelo oriente médio, uma parte da Ásia e o sul da Europa. Sempre pregando e testemunhando sobre o nome de Jesus. Foi no começo de sua segunda viagem que Paulo encontrou-se com Lídia.

A viagem até Filipos (Atos 15:40 – 16:12)

Quem era Lídia?
(Atos 16:13-15.)

As poucas informações que temos sobre Lídia estão registradas no encontro que ela teve com Paulo.

Lídia era uma comerciante. Ela era natural da cidade de Tiatira. Tiatira era um importante centro manufatureiro: tintura, confecções, cerâmica e trabalhos em bronze faziam parte da sua pauta de exportações. Lídia poderia ser uma espécie de representante comercial, em Filipos, dos produtores de Tiatira.

Os tecidos tingidos, que Lídia vendia eram bastante caros, coisa fina, comprados apenas pela elite política e militar de Filipos. Por isso não é difícil imaginar que ela era um mulher bem relacionada na alta sociedade filipense. Quem sabe uma espécie de Daslu, aquela loja chique de São Paulo.

No texto, ela coloca sua casa à disposição de Paulo, Silas, Lucas e outros que talvez estivessem com eles. Não era uma casa pequena. E para mantê-la, Lídia deveria contar com alguns empregados. Por isso é razoável concluir que Lídia provavelmente gozava de excelente situação financeira. Além disso, os tecidos de púrpura eram caríssimos e os lucros deveriam ser muito bons.

Lídia era uma mulher independente. Tinha seu próprio negócio e aparentemente não precisa prestar contas a ninguém. Ela convidou Paulo para hospedar-se em sua casa sem ter a necessidade de consultar qualquer outra pessoal. Pode ser que Lídia fosse solteira ou mesmo uma viúva.

Outra coisa que chama a atenção a respeito de Lídia é que Lucas a identificou como uma mulher temente a Deus. Essa expressão não tinha o mesmo significado que tem hoje. Lídia não era judia nem cristã. Ela não era uma mulher com um profundo relacionamento com Deus.

Na verdade a expressão “temente a Deus” servia para identificar aquelas pessoas que tinha simpatia pelo Judaísmo, mas que ainda não se haviam convertido àquela religião. Como simpatizante, Lídia deveria ter ouvido algo sobre o messias e escutado alguma coisa sobre as promessas do Deus criador de todas as coisas

Quantas Lídias estão aqui hoje? Quantas gostariam de ser essa Lídia: empresária bem sucedida, bons relacionamentos na alta sociedade, vestida de púrpura, independente e temente a Deus?

O Encontro

Depois da longa viagem de Antioquia até Filipos, Paulo descansou. Ele tinha a informação de que algumas pessoas usavam a margem de um rio, fora da cidade, para orar e conversar sobre Deus.

No Sábado, ele se dirigiu para lá e começou a apresentar o evangelho de Jesus às mulheres que estavam por perto. Uma daquelas mulheres era Lídia, a vendedora de púrpura.

A vida não é só trabalho

O que fazia a empresária do ramo de confecções, em pleno sábado, sentada na beira do rio junto com outras mulheres? Porque ela não estava conferindo a vendas da semana e verificando os pagamentos da semana seguinte? Porque ela não estava negociando melhores preços com os mercadores que chegaram de Tiatira? Porque ela estava em um chá beneficente promovido pela esposa de um militar romano, onde poderia conquistar outros clientes? Por um motivo simples. É saudável e necessário trabalhar, mas a vida não é só trabalho. Lídia parou os negócios para orar.

Há mulheres com grande capacidade de trabalho, talvez Lídia fosse assim, talvez você seja assim. Inúmeras atividades ao mesmo tempo: compra mercadorias, vende seus produtos e serviços, arruma a casa, orienta os funcionários, vai ao banco, conversa com os filhos, apóia o marido, vai ao supermercado, sorrir para o cliente, aconselha a amiga, negocia como fornecedor, dá um jeito no cabelo, escolhe a carne da semana, pechincha o preço, acerta um prazo. Você precisa parar!

A vida não é só trabalho! Era sábado e Lídia parou os negócios para orar e conversar sobre Deus. Quando é que você para? Ou você acha que não precisa? Ou você pensa que não dá? É muito bom realizar-se profissionalmente, dá muito prazer ser reconhecido por aquilo que se faz, mas a vida não é só trabalho.

É preciso parar pra tocar a família. Não é só alimentar vestir e dar conselho, mas abraçar beijar, ficar junto, sorrir junto. Quando é que você para pra estar em família?

É preciso parar pra ver a si mesma. Olhar-se no espelho, olhar pra dentro si, sentir suas dores e alegrias, enxergar para onde se está caminhando e quem realmente somos. Quando é que você pára pra ver a si mesma?

E mais que tudo é preciso parar pra ficar junto de Deus. Colocar uma trava na vida que nos permita contemplar o que há de mais importante: a presença do Deus eterno. Essa era a idéia do shabat, do descanso: Parar e contemplar a Deus em oração e reflexão. Você tem que parar, se não a jornada vai ficar cada vez mais difícil e cansativa. Quando é que você pára pra ficar junto de Deus?

Sensibilidade à Palavra de Deus

Outro aspecto importante da vida de Lídia é sua sensibilidade à Palavra de Deus. Ela achava bom ouvir sobre Deus. Quando Paulo se aproximou e começou a falar sobre o evangelho de Jesus, ela prontamente quis saber do que se tratava. Talvez ela já tinha ouvido falar sobre o Deus Iavé e sobre os feitos tremendos que o povo de Israel vivera no passado, mas Jesus ela não conhecia.

Então, seu coração, sensível às coisas eternas, foi aberto pelo Senhor para atender às coisas que Paulo dizia. A palavra grega usada por Lucas para descrever a atitude de Lida, traduzida como atender, tem o sentido de… Ocupar a mente em… Prestar atenção a… Ser cuidadoso sobre… Aplicar-se a… Aderir a…

Depois de parar e orar, a comerciante de Tiatira agora está prestando atenção. Deus abriu seu coração, lhe fez sensível. Ela decidiu ocupar sua mente em compreender o evangelho de Jesus, optou por aplicar-se a tudo que Paulo lhe falava e por fim aderiu à mensagem salvadora de Jesus.

Em que você ocupa sua mente? Em que você tem investido sua energias e emoções? A vida é muito breve e muitas vezes consumimos nossos dias com frivolidades e intrigas; outras vezes,obsecados pela perfeição, ocupamos a mente com detalhes bobos e sem importância; outras vezes ainda aplicamos nossa vida em coisas, e não em pessoas. As coisas são fulgazes, pessoas são eternas.

Lídia descobriu que há algo maior e melhor do que tudo: conhecer ao Senhor Jesus e viver para Ele. Não é abandonar a vida, mas viver a vida para o louvor de Deus, do jeito que se alegra e que é o melhor para nós. Se Deus lhe tornou sensível ao evangelho, abra seu coração para atender ao que a Palavra lhe diz.

Disposição e Decisão para Ajudar

Em seu negócio, Lídia era acostumada a tomar decisões, a solucionar problemas. Não é demais dizer ela gostava de fazer parte das soluções. Depois de ser batizada e conduzir sua família ao batismo, Lídia colocou sua casa à disposição para hospedar Paulo e os demais irmãos. Ela viu a necessidade e decidiu ser parte da solução.

Qual é a sua reação diante dos problemas e necessidades com as quais você se depara?

Há pessoas que simplesmente tentam encontrar culpados que não sejam elas mesmas. No lugar de Lídia, essas pessoas diriam: “O problema é que a igreja de Antioquia foi irresponsável. Enviou Paulo e os outros sem os recursos necessários e agora eles estão por aqui sem poder nem domir em bom hotel”

Há pessoas que diminuem os problemas para não ter que se envolver com eles. No lugar de Lídia, eles diriam: “Olha, eu não vou nem perguntar se Paulo tem onde ficar, com certeza ela vai ficar em um bom hotel. Paulo é gente boa e um caro desenrolado, ele vai resolver essa questão fácil, fácil”

Outras pessoas parecer ter satisfação quando os problemas fazem outros sofrerem. Eles talvez falassem o seguinte: “Missionário é assim mesmo! O sujeito tem que penar! Ele não resolveu sair pelo mundo afora pregando, agora tem aguentar,né?”

Com Lídia foi diferente. Lucas diz o seguinte: “Ela foi batizada com toda a família, e nos pediu que ficássemos como seus hóspedes. “Se os senhores concordam que sou fiel ao Senhor” disse ela, “venham ficar em minha casa”. E ela insistiu até que fomos. O que você diria para aquele pregador itinerante?

Conclusão

Lídia era uma comerciante bem sucedida em seus negócios. Ela havia prosperado financeiramente, era respeitada na sociedade, andava sempre bem vestidda e tinha amigos influentes. E agora, era guiada por Deus. Precisa mais?

 

Quando ela ouviu Paulo falar sobre Jesus o filho de Deus. Aquele cujo amor por nós foi maior que amor por sua própria vida, Lídia entregou-se por inteira e tornou-se a primeira pessoa da Europa, que se tem registro, a aceitar a Salvação através de Cristo Jesus.

 

Se você ainda não entregou sua vida a Jesus, eu quero lhe dar a oportunidade de dizer publicamente: assim como fez Lídia, eu aceito a Jesus como meu Senhor e Salvador, aceito que Ele tome a direção em tudo!

Lídia gostava das cores, ela vendia tecidos coloridos, mas descobriu que em Jesus, as cores ganham vida e a vida passa a ter sentido.

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Lala Rudge: jovem empreendedora

Parabéns

Mulher, Moda, Joias, Compras e Roupas na Paratodas

Lala Rudge tem 22 anos e um blog de sucesso. Decidiu abandonar a faculdade de direito e virou um fenômeno online da noite para o dia. Nascida em berço esplêndido e com rendimentos crescentes, a moça tem um guarda-roupa de dar inveja e, como se isso não bastasse, um faro para negócios.

Em novembro, Lala lançará sua marca de lingerie: a La Rouge. Em entrevista para a Veja São Paulo, a loira disse sempre ter vontade de ter uma grife, mas que desenhar roupas não era o seu forte. “Sentia falta de lingerie de qualidade e com bom preço no Brasil. Por isso, decidi montar minha marca, a La Rouge, para criar peças íntimas”, explica.

A La Rouge será uma espécie de Victoria’s Secret no Brasil, com peças bonitas, sensuais e confortáveis. E, diz ela, com preços acessíveis. “Terá calcinha a partir de 25 reais e sutiã por 50. Quero…

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Mulheres empreendedoras

Conheça a história de quatro empresárias que reinventaram suas carreiras em busca do sucesso

Daniela Barbosa, iG São Paulo

O que uma publicitária, uma designer de sapatos e bolsas, uma produtora de modas e a dona de uma pedreira na Cordilheira dos Andes podem ter em comum? Apesar de atuarem em ramos diferentes, essas quatro mulheres empreendedoras conseguiram inovar suas carreiras buscando alternativas para se destacarem no mercado de trabalho.

iG entrevistou Nádia Assad, Michèle Neyret, Silvia de Tommaso e Béia de Carvalho. As quatro participaram nesta semana de um evento que reuniu dezenas de mulheres executivas promovido pela consultora de negócios Maria do Carmo Marini e pela jornalista Claudia Reis. Conheça a história destas quatro empresárias:

Nádia Assad planeja a própria grife de roupas

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Nádia Assad: “Quero assinar minha marca, e estou me preparando para isso”

Aos 31 anos, ela já trabalhou com grandes nomes da moda brasileira, como Reinaldo Lourenço e Valdemar Iodice. Também presta consultoria de moda para grandes celebridades e há exatamente um mês inaugurou uma boutique finíssima de roupas e vende peças exclusivas de grandes marcas brasileiras. 

Apesar da carreira bem encaminhada, Nádia Assad se prepara para um salto. Todo o aprendizado neste meio deve ser posto em prática com a criação da própria grife assinada por ela. Mas o sonho ainda não tem data prevista para ser realizado. “Quero assinar minha marca e estou me preparando para isso. Estou me planejando, o processo ainda está em maturação e pode demorar um pouco”, afirma.

Sempre envolvida neste mundo fashion, Nádia estudou moda e desde a infância já acompanhava os pais, que são comerciantes do setor têxtil. Além de administrar sua loja, Nádia presta consultoria de moda gratuita à suas clientes. “A exclusividade, no entanto, são para poucas, que precisam marcar hora para ter atendimento personalizado”.

Nádia não revela o faturamento do negócio, mas afirma que em apenas um mês a boutique vai muito bem, obrigada. Para 2011, a empreendedora planeja quase que dobrar o tamanho de seu negócio.

Michèle Neyret vende sapatos exclusivos com a ajuda das redes sociais

 

Arquivo pessoal

Michèle Neyret aposta na linha de sapatos para mulheres mais jovens

A executiva Michèle Neyret estudou na França para prestar consultoria de imagem para homens e mulheres que querem repaginar o visual. Há 12 anos atuando nesse ramo, a empresária sempre tinha dificuldades de encontrar sapatos para calçar os pés de suas clientes. “Ou encontrava sapatos muito comuns ou então muito caros. Não dava para aliar exclusividade com bom preço”. 

E foi aproveitando a deficiência do setor, que Michèle decidiu investir na própria grife de sapatos e bolsas. Há quatro anos, lançou a marca de sapatos e bolsas que leva seu nome. Os produtos de Michèle não são encontrados em nenhuma vitrine, mas sim na internet. Com a ajuda, principalmente, das redes sociais Orkut, Facebook e Twitter, ela vende sua marca e faz a entrega em domicílio para todo o Brasil e alguns países europeus.

A cada dois meses Michèle lança mini-coleções, com cerca de 20 peças. Os modelos são exclusivos e destinados para mulheres executivas. “Quando pensei em criar a marcar, tive a preocupação de produzir sapatos confortáveis, mas chiques”, afirma. Segundo ela, os sapatos são feitos em ateliês terceirizados, mas os desenhos são todos assinados por ela.

Michèle vende cerca de 60 peças por mês entre sapatos e bolsas, o preço médio de seus produtos é de R$ 500. Produção em massa para ela está fora de cogitação. Além da marca, a executiva continua atendendo homens e mulheres que querem melhorar a imagem. O valor pelo serviço gira em torno de R$ 5 mil.

Em 2011, a empresária planeja mais uma novidade: vai lançar uma linha voltada ao público mais jovem, que deve atender mulheres entre 20 e 30 anos.

Silvia De Tommaso, da construção civil a designer de joias

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Joias para mulheres que querem exclusividade

Há 25 anos atuando no ramo de construção civil, a empresária Silvia De Tommaso, dona de uma pedreira localizada na Cordilheira dos Andes e da loja de decoração Itaarte, decidiu inovar seus negócios aproveitando a mesma matéria-prima usada para decorar casas: as pedras. Ela começou a desenvolver joias. 

A primeira coleção criada pela empresária foi lançada há dois anos e, de lá para cá, muitas peças foram desenvolvidas para atender mulheres que buscam exclusividade na hora de usar um adereço. “Percebi que o modelo do meu negócio poderia ser explorado de outras maneiras e que isso poderia trazer bons resultados”, afirmou.

Segundo Silvia, o novo negócio, apesar de ainda estar engatinhando, traz muito mais rentabilidade que o ramo de construção civil. As peças desenhadas pela própria empresária são comercializadas a partir de R$ 60, mas podem custar até R$ 15 mil.

As joias ficam expostas na mesma loja onde a executiva fecha seus negócios no ramo da construção civil. Silvia garante que não pretende abrir uma loja exclusiva para as joias, pois a ideia é mostrar ao público como é possível a diversificação de um negócio sem precisar sair dele.

Silvia não revela o quanto já faturou com o negócio, mas afirma que prefere não fazer muito alarde sobre ele. Mesmo assim, as joias da empresária estão prestes a chegar à China. Isso porque um grupo de chineses já demonstrou interesse em seu negócio e virão ao Brasil para conversar com ela.

Beia de Carvalho a publicitária que virou conselheira

 

Bruno Zanardo/Fotoarena

Beia presta consultoria para empresas que estão sem rumo

Durante 25 anos, a publicitária Beia de Carvalho desempenhou a função de sócia da agência de publicidade TBWA, que recentemente foi comprada pela norte-americana LewLara. 

Há três, no entanto,  Beia decidiu vender sua participação na agência e passou a prestar consultoria para empresas familiares que não estavam na “direção certa”, segundo ela.

Sem o intuito de fazer criar um grande negócio, Beia passou a desenvolver workshops para ajudar empresários a planejarem e alavancarem seus negócios.

A iniciativa da publicitária deu certo e hoje Beia conta com uma equipe para ajudá-la nos encontros. “Essa área de planejamento sempre me encantou e é impressionante ver como as pessoas querem as coisas de imediato; mas os resultados quase nunca são de um dia para o outro”, afirma.

Um dos workshops desenvolvidos por Beia leva do nome de “Five years from now”, na tradução livre “daqui a cinco anos”. O nome do workshop também é o nome da empresa criada pela publicitária, que já atendeu centenas de pessoas e tem entre seus clientes empresas como a Natura e o Colégio Pueri Domus.

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DINHEIRO COR DE ROSA

As notas de dinheiro andam com um “tom de rosa’, visto que as mulheres estão destacamdo-se no mercado empresarial e em muitos seguimentos, o dominio realmente tem sido D’ELAS.

Isso com certeza esta causando um impacto positivo na visão finaceira dentro e fora do País!

Parabéns às mulheres trabalhadoras e sonhadoras!

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D’ELAS REDE FEMININA DE NEGOCIOS

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“O projeto vai marcar o caminho das mulheres que vivem em  uma região de grande vulnerabilidade social, preparando-as para se tornarem empreendedoras

OUSADIA PARA EMPREENDER

Ao criar ou assumir seu próprio negócio, as mulheres transpõem obstáculos e contribuem para o desenvolvimento do país.

Dos 21,1 milhões de pessoas a frente de empreendimentos em estágio inicial, 43,3%são do sexo feminino, segundo a pesquisa Global Entepreneurship Monitor 2010 (GEM 2010). A pesquisa mostra também que a mulher brasileira é das que mais empreendem no mundo, atrás apenas de Gana.

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